Espero que esse artigo seje edificante, pois não são idéias baseadas em versículos fora do contexto, e sim princípios regrados na sã doutrina.
Esse artigo foi produzido em 04 de outubro de 2008 por mim, Paulo Ricardo, em minha leitura bíblica progressiva atualizada nas cartas paulinas.
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Sobre o salário pastoral
Muitas pessoas hoje duvidam sobre este tema em muitos pontos,e não posso deixar de compartilhar meu recente entendimento em relação a este item, já resolvido, mas muitos não sabem como.
Nós metodistas temos uma base, um piso salarial regional, que pode ser avaliado segundo as condições exclusivas de cada igreja. Mas a primeira pergunta é: o que dá direito aos pastores de receberem esse salário?
Não se estribando em tradições, mas na bílbia, eles tem direito sim. De acordo com 1Tm 5.17,18 , lc 10.7 ,
1Co 9.14 , Gl6.6 e Dt 24.15 não só Jesus como também o próprio Paulo davam total apoia à prática, além disso, ordenada desde o antigo testamento. Está escrito em alguns desses versículos(não entenderá se não ler)
que "digno é o trabalhador do seu salário", isso explica, não da forma que as pessoas entendam, porque ainda não conhecem outra forma de trabalho a não ser que esse seje com muito esforço e desgaste físico. A física explica que para qualquer deslocamento de massa precisa-se de uma força(N) para realizar um trabalho(Joule). Fico só imaginando os pesos espirituais deslocados pelas orações pastorais. Para isso há um desgate mental e espiritual e isso se reflete em alta potência no sistema físico.
Mas o apóstolo Paulo recebia esses honorários?
Sim, a exemplo dos filipenses(Fp 4.14-18) ele recebia o bastante para as suas necessidades. Ele mesmo afirma que tinha esse direito(1Ts 2.7)(1Co 9.11,12), mas Paulo abria mão desse direito(por motivos particulares, 1Co 9.15) em algumas ocasiões, como relatado em 1Co 9.12 e 1Ts 2.9 .Os bons príncípios não se sobrepõe ou anulam a sã doutrina, antes, se realmente bons, só as reafirmam.
Mas o que delimita o valor a receber?
Como já visto, o piso concenssual e as circunstâncias financeiras de cada igreja. De acordo com Hb 13.16 e
1Ts 5.13(a), devemos ter máxima consideração.
